GESTÃO DE FORTUNAS E SUCESSÃO PATRIMONIAL no TerraçoCast #186

Neste episódio especial, Caio Augusto acompanhou Ricardo Piza, especialista em gestão de fortunas, sobre os seguintes assuntos:

– O que é gestão de fortunas?

– Qual é a importância da sucessão patrimonial?

– Existe algum timing para que uma família converse sobre sucessão patrimonial?

Gostou do nosso podcast? Compartilhe com quem você gosta! É com muito amor, satisfação e suor que produzimos conteúdo novo constantemente pra você.

Aliás, não se esqueça de conferir todos os conteúdos em nosso site: terracoeconomico.com.br

Editado por ATHELAS Soluções em Áudio para Podcasts

 

Link para o episódio no Spotify

O que esperar de 2021?

Você não leu errado o título deste artigo: realmente vamos falar aqui do próximo ano. Para que não exista confusão, explicamos que isso é necessário porque este ano, tomado por efeitos negativos da pandemia do coronavírus, reações dúbias do poder público em relação a isso – que resultam em um verdadeiro abandonar de medidas de segurança por cada vez mais pessoas -, além das eleições municipais no Brasil e presidenciais nos EUA, não fica difícil imaginar que, apesar de muito ter para acontecer, pouco de fato será decidido ainda neste ano.

Explicação feita, vamos ao que interessa. O que será que o próximo ano pode nos reservar? É possível observar isso em três diferentes óticas: saúde, economia/reformas e política/relações internacionais. Vejamos cada uma delas.

Saúde

O mundo todo está atrás de uma vacina para a Covid-19, isso não é novidade. No momento em que esse artigo é escrito, temos cinco vacinas em Fase 3, que é a fase mais avançada, só anterior a aprovação.

Conforme informa o Bloomberg, e podemos ver na imagem abaixo, as vacinas em fases mais avançadas de teste têm sua aprovação prevista, caso tudo ocorra de maneira positiva, entre o quarto trimestre deste ano e o segundo do ano que vem:

Processo de desenvolvimento da vacina do covid-19

Em termos de saúde, certamente o aspecto mais relevante para 2021 será o fato de encontrarmos uma ou mais vacinas para lidar com a atual pandemia. Provavelmente serão algumas vacinas, o que é bastante positivo, dado que a quantidade de pessoas a serem imunizadas é imensa, demandando algumas bilhões de doses – que, até o presente momento, não sabemos se ocorrerão em dose única ou em mais de uma.

Por mais que alguns países já tenham reduzido as medidas de segurança, não podemos descartar novas ondas de contaminação, dado que, por mais desanimador que isso pareça, é complexo demais contar com o “bom senso” das pessoas em ficarem por tanto tempo seguindo medidas de segurança.

Por basicamente dois motivos: em primeiro lugar, a ideia era de que em no máximo dois meses teríamos a situação controlada (e aqui no Brasil já caminhamos para cinco) e, em segundo, ainda há uma linha tênue entre o que sabemos e o que não sabemos desse vírus – o que nos deixa no limiar entre acreditarmos que de fato há um “novo normal” ou apenas no aguardo de uma vacina que nos faça retornar ao que conhecíamos antes.

Qualquer que seja o caso, a prudência segue sendo necessária.

Economia/Reformas

Outro bom motivo para lembrar que vale mais olhar 2021 do que o ano atual é o fato de que mesmo chegando ao final da primeira quinzena de agosto desse ano o governo apenas colocou na mesa parte de uma reforma (a tributária), ainda não tendo efetivamente tratado da administrativa. Levando em conta que as eleições municipais – que formam a base mais capilarizada dos partidos – estão logo ali, se o governo não coloca para o Congresso o que quer que seja votado, difícil imaginar atitude altiva deste último nessa direção também.

É possível considerar 2021 como sendo um ano estratégico para o campo de reformas que impactem a economia basicamente por dois aspectos: considerando que seja encontrada uma vacina (ou até mais de uma) e a imunização tenha tido início, a pandemia vai aos poucos saindo do foco principal que tem atualmente (que concentra basicamente todos os esforços, ao menos em teoria) e, para além disso, temos mais um ano de espaço entre duas eleições (a municipal de 2020 e a presidencial de 2022).

Levando em conta que a estratégia seja a mesma de 2019 com a reforma previdenciária, de um foco maior em esclarecer amplamente quais seriam as intenções da mudança pretendida – o que teve relativo sucesso, visto que houve a aprovação da mesma -, podemos prever que ao menos uma das duas reformas mais importantes para o momento (tributária e administrativa) deve ser aprovada em 2021. Atenção: isso só acontece se o foco for o mesmo de 2019.

A recuperação da economia deverá ser lenta. Não é demais relembrar que, antes mesmo da crise atual chegar, ainda não havíamos nos recuperado do baque de 2015-2016. Outro indício dessa recuperação mais lenta é o fato de que nossos mercados – como o de trabalho – são pouco flexíveis e, no fim das contas, embora tenhamos a sensação de que aqui sofremos menos com a situação atual do que outros países no mundo, isso certamente contribui para que nos recuperemos mais lentamente também. Reformas auxiliam nesse caminho de retomada – embora, mais uma vez, elas deixam o caminho mais fácil, mas não garantem a chegada.

Política/Relações internacionais

Embora estejamos aqui focando no próximo ano, um fator do atual momento fará muita diferença para o(s) próximo(s): a eleição nos EUA. Isso acontece porque duas plataformas bastante distintas entre si estão em disputa: o nacionalismo de Trump vs o globalismo de Biden.

Os destinos eleitorais na maior economia do mundo impactam o resto do mundo diretamente. Isso já acontece em tempos regulares, mas agora isso torna-se ainda mais intenso, com efeitos notáveis sobretudo aos países emergentes como o Brasil.

A reeleição de Trump significaria uma continuidade das medidas que vão em direção do famigerado America First e, dentre outros pontos, isso significa que tensões comerciais com a China devem seguir adiante e os caminhos para relações internacionais mais diretas entre países – e não tanto em blocos de países – devem se intensificar.

Já a vitória de Biden acarretaria um retorno do pêndulo do mundo para o lado da globalização, aliviando tensões internacionais em prol de um comércio mais amplo mundialmente. Neste cenário, ganham os países emergentes, por passarem a ter uma nova janela temporal de investimentos que antes concentrar-se-iam justamente onde houvesse maior foco nacional – nos EUA, por exemplo.

Qualquer que seja o caso nas eleições norte-americanas não podemos nos esquecer que a China já corre por fora para ampliar sua presençaEsse movimento que começou logo no início do segundo trimestre aumenta a cada dia. Como economia que há décadas cresce ininterruptamente e caminha nos próximos anos para se posicionar como a maior do mundo, o gigante asiático não quer depender tanto dos rumos no Tio Sam.

Nossa política aqui influencia? Sim, mas com maior relação ao item anterior (das reformas) do que sobre o resto do mundo. Ajeitar a casa por aqui fará muita diferença – porque quem se mostrar como boa oportunidade de negócios irá receber os mais vultosos fluxos financeiros.

Vem logo, 2021!

Tal qual passada a aprovação da reforma previdenciária na Câmara em 2019 e o famigerado questionamento sobre “o que vem no pós-previdência”, o foco está cada vez mais direcionado para o que vem no pós-pandemia. Tendo em vista que se trata de uma questão sanitária, esse aspecto será primordial para equalização de tudo.

2020 ainda reserva muitas emoções, isso é sabido. Mas tenham em mente desde já: pode ser que 2021 seja mais calmo, mas certamente será um ano estratégico em todo o mundo.

 

Publicado no Blog da Guide Investimentos em 10/08/2020

CPMF DE NOVO? É SÉRIO? no TerraçoCast #185

Nesta edição, Caio Augusto acompanha Rachel de Sá, Renata Velloso e Victor Candido sobre os seguintes assuntos:

– Rachel, parece aí que tem um tal novo imposto (“microimposto”) que de novo não tem nada. Que história é essa de Nova CPMF? Explica pros nossos ouvintes qual a “antiga CPMF” e como talvez ela esteja de volta entre nós logo logo;

– Renata, apresente para nossos queridos ouvintes o Boletim Internacional (que, neste ano, é praticamente dominado por novidades sobre o coronavírus, o já consagrado CoronaNews);

– Victor, com os dados recentes que temos visto serem divulgados (a respeito de junho/2020), o que podemos apontar para o cenário de recuperação pós pandemia?

Gostou do nosso podcast? Compartilhe com quem você gosta! É com muito amor, satisfação e suor que produzimos conteúdo novo constantemente pra você.

Aliás, não se esqueça de conferir todos os conteúdos em nosso site: terracoeconomico.com.br

Editado por ATHELAS Soluções em Áudio para Podcasts

 

Link para o episódio no Spotify

Atrás da tecnologia só não vai quem já morreu

2020 é um ano que entra para a história, dentre outros aspectos relevantes, por mostrar que migrações para o mundo digital não puderam mais ser adiadas. É possível que você conheça algum setor que ainda esteja fora das redes ou totalmente sem contato com elas – nem que seja por um aplicativo de mensagens -, mas se já era algo um pouco difícil de acontecer no começo do ano, agora então é bem mais raro.

Essa mudança ocorre por algo que todos nós que vivemos esse ano já sabemos, mas quem ler este artigo no futuro poderá não se lembrar com exatidão: a pandemia provocada pelo novo coronavírus nos fez adiantar o calendário da digitalização dos negócios porque o presencial simplesmente deixou de ser possível por um tempo. Levando em conta que no Brasil movimentos como quarentena ou algo parecido vêm ocorrendo desde março, literalmente quem não fez nenhuma adaptação tem altas chances de ter quebrado ou estar nesse triste caminho.

Existem diversas maneiras de digitalizar negócios, é verdade. Mas, provavelmente, todas elas passam por alguma das Big Techs: Facebook, Amazon, Apple, Microsoft e Google (ou, como são conhecidas, as FAAMGs). Isso se reflete diretamente no fato de que essas empresas hoje têm resultados expressivos nos mercados financeiros, mesmo diante da maior crise mundial desde 1929.

O agregado impressiona

O índice S&P500 lista 500 ativos/empresas das bolsas de Nova York por seu tamanho e liquidez. Neste ano, o mês de março representou um enorme tombo para todos eles, como já se sabe. Porém, impressiona o ritmo de recuperação das FAAMGs logo em seguida: as cinco empresas sozinhas tiveram, até junho/julho, 35% de retorno anual, enquanto no mesmo período as outras 495 do índice perderam 5%:

A importância da tecnologia nos negócios está dada – e os resultados práticos disso são observados em como essas empresas têm se desempenhado nos mercados.

É importante sempre ressaltar que a resposta dos Bancos Centrais a essa crise foi mais rápida e vigorosa que em 2008 e, no fim do dia, isso ajuda a explicar a recuperação rápida dos ativos de mercado mundo afora. Ainda assim, cada uma dessas empresas mostrou, com os resultados mais recentes divulgados – os do segundo trimestre desse ano, período em que tivemos o fundo do poço da atual crise -, que estão preparadas para os novos tempos.

Facebook

Mesmo passando por um boicote recente de algumas marcas – até o gigante conglomerado Unilever se uniu a essa causa -, que o fizeram em decorrência de um posicionamento questionado por elas da plataforma em relação a conteúdos de potencial disseminação de ódio, o grupo de Mark Zuckerberg teve um resultado impressionante: lucro trimestral de US$5,2 bilhões, 98% superior ao mesmo período de 2019.

Dentre as justificativas, destaca-se o aumento da interatividade por meio das empresas da plataforma durante a pandemia. Lembrando que o grupo detém, além do Facebook, também o Instagram e o WhatsApp. Não é muito difícil confirmar na prática a tese e a estratégia da empresa do logo azul.

Amazon

Mais uma que praticamente dobrou o lucro líquido no segundo trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019 foi a Amazon: US$5,24 bilhões agora, contra US$2,62 bilhões no ano anterior. Notável também dizer que, nesse mesmo trimestre, a empresa desembolsou US$4 bilhões apenas para aumentar os cuidados aos seus funcionários neste período de pandemia – algo que ocorreu após reclamações deles sobre tais condições em meados de março -, fato esse que chegou a ser apontado pelo próprio Jeff Bezos como motivo pelo qual os acionistas poderiam esperar lucro zero nesse período.

Este crescimento aqui foi impulsionado pela utilização da plataforma nas duas pontas: muitos, em casa, passaram a comprar mais por ela e, outros, que não tinham como oferecer seus produtos de outra maneira, passaram a fazê-lo por meio de seu marketplace.

Apple

O efeito para cima na empresa da maçã veio por meio das receitas: os analistas esperavam um faturamento de US$52,25 bilhões, mas a realidade trouxe à tona: US$59,69 bilhões nesta cifra, impulsionados pela aquisição de computadores (que tiveram alta de 21,6% em relação ao ano anterior) e dos devices Apple Watch e HomePod (que juntos representaram um aumento de 16,7% ao mesmo período do ano passado).

Resultado? Após tal divulgação a empresa voltou ao posto de maior do mundo em valor.

Microsoft

A empresa criada por Bill Gates e que passa por uma verdadeira revolução nos últimos anos encaminhada por Satya Nadella não ficou de fora: neste caso tivemos um aumento da demanda por serviços de nuvem, sendo que o produto deles nesta área, o Microsoft Azure, sozinho conseguiu um faturamento de US$50 bilhões – o que representa parte considerável dos US$143 bilhões deste ano até o fechamento do segundo trimestre. Ainda, começam os rumores de uma possível compra da Tik Tok, aplicativo chinês que bombou no período que coincide com a pandemia em todo o mundo.

Google (Alphabet)

O rei dos buscadores não ficou de fora da festa: mesmo com uma queda nas receitas na ordem de 2% (de US$38,9 bilhões no segundo trimestre de 2019 para US$38,3 bilhões no atual), queda essa que é a primeira em 16 anos, os resultados ficaram acima do esperado também em função de uma utilização maior de anúncios em meio a pandemia. De fato, das FAAMGs, parece ter sido a que teve menor destaque explosivo em resultados do segundo trimestre – mas ainda assim segue como líder absoluta no que faz e, diante de tantos setores que seguem se recuperando, segue resiliente.

O que os ativos reais têm a ver com isso?

Absolutamente tudo. Novamente: em um ano como o que vivemos atualmente é difícil justificar seu negócio estar de fora das redes, ainda que seja simplesmente de alguma plataforma de mensagens. A frase “se você não está na internet não está em lugar nenhum” nunca fez tanto sentido quanto agora.

Os negócios que souberam – ou estão aprendendo – se inserir nessa realidade que, cá pra nós, já vinha ocorrendo nos últimos anos, sairão melhor dessa crise do que entraram. Lembremo-nos por exemplo de dois casos brasileiros de sucesso nessa direção: a WEG, empresa de motores industriais que vem abraçando a digitalização e ampliando seus mercados nos últimos anos e a Magazine Luiza, cujo presidente afirmou cerca de um ano atrás que o objetivo da empresa era justamente digitalizar o varejo no BrasilNo final, a economia real se transformou em definitivo.

Importante lembrar também de como negócios que alguns anos atrás sequer existiam hoje são impulsionados pela tecnologia: hoje é possível até investir em royalties musicais, estes que têm seu rendimento vinculado a todas as vezes em que alguém ouve música em um show ou dá play em algum serviço de streaming. E se há interesse? Na recente operação da Hurst Capital a captação se esgotou em apenas um dia.

O negócio em que você trabalha ou desenvolve terá cada vez mais inserção digital. O título deste artigo evoca uma velha marchinha de carnaval para uma realidade absurdamente atual: atrás da tecnologia só não vai quem já morreu.

 

Publicado no Terraço Econômico em 05/08/2020

Desoneração de folha e Auxílio Emergencial: vamos repetir o pós 2008?

Para além de todas as preocupações com o coronavírus em termos de saúde e economia, um ponto de questionamento que começa a aumentar de maneira sensível após termos entrado na segunda metade deste desafiador ano é: será que as medidas emergenciais até então tomadas seguirão adiante?

No artigo anterior desta coluna você ficou a par do Programa Pró Brasil, cujo desenho um tanto quanto enigmático fez lembrar o Programa de Aceleração do Crescimento – aquele que promoveu desembolsos vultosos e em nada aumentou a produtividade do país. Este programa do atual governo, segundo a equipe econômica afirma agora, está bem engavetado. Mas outros dois que estão em atuação agora (e podem acabar ficando na pauta) preocupam.

O primeiro destes pontos é a desoneração de folha. Como medida de estímulo a manutenção de empregos na situação atual – importante frisar que isso já foi chamado anteriormente de algo que seria um estímulo a geração de novos -, o programa que chegou para durar três meses já foi esticado por um período maior. Em meados de julho discute-se que seja inclusive prorrogado para o ano de 2021.

A preocupação com esse ponto é a seguinte: esse tipo de desoneração realmente auxilia na manutenção de empregos, porém, não tendo em conjunto uma redução de alguma despesa do Estado em conjunto (o que raramente acontece na mesma velocidade em que há a concessão desse tipo de desoneração) ela simplesmente será uma transferência de impostos de uma área para outra. Uma nova CPMF poderia vir para “tapar esse buraco”, por exemplo.

O segundo ponto é o Auxílio Emergencial. Tal qual o Bolsa Família, podemos elogiá-lo por realmente chegar a quem precisa (trata-se de política realmente focalizada e eficiente). Estudo recente dos economistas Ecio Costa (UFPE) e Marcelo Freire (Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de PE) mostram que o efeito sobre a massa salarial nacional – a renda que está com as pessoas formalizadas e não formalizadas – será um adicional de quase 7% durante esse período.

Se por um lado temos que esse programa auxiliará a aliviar os efeitos da crise, o que é extremamente benéfico, temos por outro lado que o movimento de saída dele não será tão trivial. O motivo não é tão difícil de entender: imagine uma família que recebe menos de R$150,00 mensais do Bolsa Família e passou a receber pelo menos quatro vezes isso com o atual programa. Esse consumo simplesmente regredirá quando o auxílio acabar? É neste momento que temos de acompanhar bem como funcionará o Programa Renda Brasil, cujo objetivo é aperfeiçoar o Bolsa Família.

A sensação deste que vos escreve é que o prorrogar “indefinido” de programas como esses, por mais benéficos que sejam, seria um equívoco. Como bem apresentado aqui anteriormente: medidas extraordinárias devem sim ser tomadas em tempos extraordinários. Mas se transformarmos tais medidas em permanentes, principalmente na atual situação fiscal do país (em que vamos fechar a década com mais da metade dos anos em déficit primário), a conta chegará muito mais rápido do que das outras vezes.

Fica a pergunta: vamos repetir o pós 2008 em que medidas temporárias viraram permanentes até que a conta chegou de maneira arrebatadora?

 

Publicado na edição de Agosto de 2020 da Revista da ACIF Franca (Página 22)